Rastreabilidade, regras determinísticas e evidências
O projeto nasceu de conversas com a Qualidade para testar quanto de um processo baseado em pastas de rede, conferência manual e memória poderia virar verificações rastreáveis sem alterar o documento oficial.
REFERÊNCIA VISUAL SANITIZADADashboard e acompanhamento documental.Dados demonstrativos; a imagem explica a interface e não é apresentada como prova de produção.
Validação32 testes aprovados
ControleSHA-256 · reprocessamento por mudança
EstadoPoC funcional · não certificado
01
Antes
Documentos, certificados e não conformidades ficavam distribuídos em pastas de rede e parte da conferência dependia de procurar arquivo por arquivo. Informação vencida ou uma pendência difícil de localizar complicava auditoria e acompanhamento.
02
O piloto
O scanner trabalha em leitura, calcula hash, reprocessa somente o que mudou, extrai conteúdo localmente e entrega dados estruturados para uma Rules Engine. A interface mostra pendências e evidências, mas a conclusão continua com a pessoa responsável pela Qualidade.
03
Regras explicáveis
Regra crítica ficou determinística para que cada alerta possa ser explicado. IA pode apoiar localização ou resumo em evoluções futuras, mas não é usada como caixa-preta para decidir conformidade.
04
Segurança desde o desenho
Fonte documental em read-only, dados sintéticos na edição pública, nenhuma credencial real no Git, processamento local por padrão e revisão humana nas decisões sensíveis.
Arquitetura
Repositório documental → scanner Python → extração local → SHA-256/classificação → SQLite/PostgreSQL → Rules Engine → FastAPI → dashboard/Tauri. n8n agenda consultas e alertas pela API.
Limite real
Não afirmo certificação ISO, conformidade automática, SSO corporativo, RAG em execução ou implantação oficial em produção. É um piloto técnico funcional.
O valor do case não está em “ler PDF”, mas em conseguir apontar qual regra gerou uma pendência, qual evidência sustentou o alerta e manter o documento oficial fora do alcance de escrita do piloto.